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Eventos catastróficos que marcaram o mundo

Eventos catastróficos que marcaram o mundo

Veja abaixo uma selecção de algumas das maiores catástrofes que se tornaram relevantes pela sua capacidade de destruição e pela grande mudança causada nos locais afectados.

Terão as catástrofes naturais aumentado em quantidade e em intensidade nos últimos tempos?

Erupção do Vesúvio (79 DC.)

Terremoto de Lisboa (1755)

Terremoto de São Francisco (1906)

Inundação do rio amarelo na China (1931)

Sismo no Chile (1960)

Ciclone de Bhola, Índia (1970)

Terremoto e tsunami no oceano Índico (2004)

Furacão Katrina, EUA (2005)

Sismo no Paquistão (2005)

Terremoto no Haiti (2010)

Terremoto e tsunami, Japão (2011)

 

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Terremoto de Lisboa (1755)

Terremoto de Lisboa (1755)

O Sismo de 1755, também conhecido por Terramoto de 1755, ocorreu na manhã do dia 1 de Novembro de 1755.
A cidade de Lisboa ficou quase  totalmente destruída, especialmente na zona da Baixa.

O sismo atingiu ainda grande parte do litoral do Algarve e Setúbal.
Minutos depois do terremoto, o rio invadiu as ruas da baixa da cidade.
Muitas pessoas que tinham fugido para as margens do Tejo com o objectivo de escapar aos edifícios que ruíam foram apanhadas pelas águas.

As ondas de até 30 metros assolaram a região do Algarve e, pouco depois,  percorreram a costa africana, destruindo várias cidades marroquinas.

Quando as ondas se retiraram ficaram os incêndios que acabariam por destruir e queimar tudo o que ainda estava de pé.

O grande terremoto de Lisboa, em Portugal, o maior da história da Europa moderna, foi tão violento que a onda do tsunami chegou até ao Brasil.Veja o vídeoProdutos em destaque

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Erupção do Vesúvio (79 DC.)

A erupção do Vesúvio em 79 foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. A explosão que destruiu cinco cidades na Baía de Nápoles, entre elas Pompeia, na Itália.

A lava quente cobriu as cidades com uma camada de dois metros de espessura. Em seguida, o vulcão lançou cinzas e pedras que formaram outra camada de dez a quinze metros. Entre 20 mil e 30 mil habitantes morreram sufocados pelas cinzas ou sob os tetos das casas que desabavam.

A cidade ficou coberta por cinzas vulcânicas corrosivas, fumo e chuva de rochas causando a morte de centenas de pessoas, as quais permaneceram solidificadas ao longo dos anos.

Com 1220 metros de altura, o Vesúvio não entra em erupção desde 1944. Em 1968, chegou a entrar em atividade, mas não expeliu lava. Especialistas acreditam que se entrar em atividade novamente poderá matar milhões de pessoas em apenas alguns minutos. Em 1995, o governo italiano traçou um plano de emergência para o caso de o Vesúvio voltar a entrar em atividade. O principal objecito do plano é evacuar 700 mil pessoas que moram nas áreas de maior risco num período de sete dias.