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Como estar preparado para um sismo?

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O que é indispensável ter em qualquer desastre ou catástrofe?

O que é indispensável ter em qualquer tipo de desastre ou catástrofe?

Algumas das consequências resultantes de uma catástrofe, podem incluir ferimentos, ligeiros ou graves, privação, necessidade de evacuação, separação da família e perda de bens, para além dos efeitos económicos que esse evento pode gerar na comunidade a curto e médio prazo.

Apesar de haver pouco ou nada que possa fazer para impedir que um desastre natural aconteça, há no entanto, muito que pode fazer para se preparar para essa eventualidade.Veja abaixo uma lista com alguns itens essenciais que precisa ter sempre por perto, seja uma simples falta de energia ou um apocalipse, irá garantidamente necessitar deles.

1. Água

A água é essencial para a existência humana.É vital ter água para sobreviver a um desastre e a regra básica é ter para consumo, pelo menos, um 1,5 litros de água, por pessoa, por dia. No entanto este valor pode variar em função da estação do ano, da humidade, da atividade física e de outros fatores, pelo que se apontar para 3 litros por pessoa, por dia não será exagero. Não esqueça que também precisa de água para limpeza e saneamento. Caso não tenha espaço suficiente para armazenar muita água ou se seu reservatório de água for destruído durante o desastre, considere também ter por perto uam forma de de coletar e purificar a água.

2. Alimentação

A próxima coisa na sua lista deve ser comida e, especificamente, deverá concentrar-se em produtos não perecíveis, como carnes enlatadas e legumes, ou feijão e arroz branco. Esses tipos de alimentos podem durar meses, o que os torna altamente valiosos.Tente garantir que cada adulto tenha pelo menos duas mil calorias para consumir todos os dias. Você também deve se esforçar para ter um bom equilíbrio de refeições diferentes.

3. Kit primeiros socorros

De seguida, na sua lista de items essenciais vem o kit de primeiros socorros. É importante porque, em caso  de desastre ou catástrofe, você pode não ter acesso a um hospital ou a receber ajuda médica profissional. Pode também acontecer que os hospitais fiquem tão sobrecarregados que não seja possível  ajudar todos os feridos. Assim, numa primeira fase, todos os ferimentos sofridos por alguém da sua família ou do seu grupo terão de ser tratados por si.Também é importante observar que mesmo em lesões aparentemente mínimas podem transformar-se num grande problema. Um simples corte ou arranhão pode parecer pouco importante, mas na verdade pode causar uma infeção grave que reduz severamente a sua capacidade de sobrevivência.O kit de primeiros socorros deve ser revisto pelo menos uma vez por ano para verificação da validade dos produtos.

4. Kit de sobrevivência

Muitas pessoas acham que, para estarem preparadas para um desastre, precisam dedicar as suas vidas à preparação e ter uma imensidão de artigos e gadgets.A regra é: não é essencial, não é para aqui.  Obviamente, quanto mais opções tiver, melhor. Mas tenha atenção ao peso final da sua mochila ou Kit. Geralmente, muitos artigos significa muito peso e, portanto, maior dificuldade em transportar numa saída de emergência ou evacuação.  Artigos que sejam polivalentes e cumpram várias funções são sempre bons. Algumas opções podem ser: Canivete multifunções, Lanterna com pilhas, pilhas extra, corda, apito, isqueiro, rádio AM/FM, poncho impermeável,etc.

5. Cópias de documentos

Este é um detalhe que pode ser importante. Imprima e guarde em bolsa impermeável cópias dos documentos de identificação, seguros, passaporte, lista de doenças ativas e/ou medicamentos que toma regularmente e também os seus contactos em caso de emergência.Esses dados vão ser valiosos para se identificar, dar a conhecer dados pessoais relevantes e contactos de emergência, se não tiver o seu telemóvel a funcionar.

6. Fonte de energia alternativa

Em muitos tipos de desastres e catástrofes, a energia elétrica pode ser uma das primeiras coisas a falhar. Ter uma fonte de energia alternativa pode ajudar a aliviar os problemas que surgem quando o abastecimento energético é interrompido. Uma das opções mais populares é um gerador. Mas para a maioria das pessoas que vive em apartamentos, nas grande cidades, essa não é uma opção. Além disso, os geradores são barulhentos e caros, sem mencionar que precisam de combustível, o que complica ainda mais as coisas.Mas existem outras opções que pode considerar, como como painéis solares. Existem pequenos painéis solares no mercado que lhe podem dar energia necessária para comunicar ou ouvir as notícias.No limite, também pode aprender a viver num mundo sem energia elétrica. Não será fácil, mas não é impossível.

7. Ter um plano de emergência preparado

Deve preparar, junto com a sua família, um plano de emergência com procedimentos a utilizar em caso de desastre. É especialmente útil para se re-encontrar ou reconetar com os seus familiares imediatos e outros parentes ou amigos que morem nas proximidades.Pode, por exemplo, definir e configurar um ponto de encontro onde todos se encontrarão, trocar informações de contatos de emergência e ajustar quais os items de comunicação de emergência a utilizar, como rádios  CB ou outros tipos de comunicação alternativa.

8. Ter um plano para os seus animais de estimação

Já pensou como vai cuidar de seus animais de estimação, em caso de desastre? Os seus animais de estimação também são da sua família. Ter à mão comida em quantidade suficiente e um plano para transportar os seus animais de estimação em caso de evacuação, é importante. Guarde uma trela e um açaime suplementar para não correr o risco de se esquecer disso nos momentos de maior stress. Medicamentos e um brinquedo podem também ser úteis.  ConclusãoIndependentemente do tipo de desastre ou catástrofe natural ou outra que possa ocorrer, os preparativos acima descritos são aqueles mais falta irão fazer. Esteja preparado para fazer face a uma situação de emergência.
Desta forma poderá, mais facilmente, gerir e ultrapassar uma situação de crise,
proteger-se a si e aos seus familiares.Mochilas de Emergência

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Pandemias

As grandes crises pandémicas da história

É importante ter em conta que bactérias, vírus e outros micro-organismos já causaram estragos tão grandes à humanidade quanto as mais terríveis guerras, terremotos e erupções de vulcões.

A OMS designa como pandemia, uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população numa grande região geográfica como, por exemplo, um continente, e em múltiplos países de múltiplas regiões ou mesmo em todo o planeta Terra

Eis algumas epidemias e pandemias que ficaram na história

1333 – Peste Negra

Peste negra (ou Morte negra) é o nome pela qual ficou conhecida uma das mais devastadoras pandemias na história humana, resultando na morte de 75 a 200 milhões de pessoas. Somente no continente europeu, estima-se que tenha vitimado pelo menos um terço da população em geral.
A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis, transmitida ao ser humano através das pulgas existentes em ratos.
A peste bubônica foi sendo combatida à medida que se melhorou a higiene e o saneamento das cidades, diminuindo assim a população de ratos urbanos.
Em Portugal, a peste entrou no outono de 1348. Matou entre um terço e metade da população, segundo as estimativas mais credíveis, levando a nação ao caos.

1855 -Peste Negra

A terceira pandemia da peste surgiu na China em 1855, causada pela bactéria “Yersinia pestis” e transmitida por roedores.  Em 1894 ameaçava os europeus de Hong-Kong, o que levou ao envio de equipes de médicos e bacteriologistas para a região.
Estendeu-se depois pelo mundo e, só na Índia, matou dez milhões de pessoas até ao fim do século.
Em 1900, ressurgiu em São Francisco e causou 113 mortos.

1918 – Gripe Espanhola

20 milhões de mortos
A gripe espanhola surgiu em 1918 e espalhou-se por todo o planeta.
Não teve origem em Espanha, mas estima-se que 50% da população mundial foi contaminada.
Foi de longe a mais mortal, provocando cerca de 20 milhões de mortes em todo o mundo. Foi provocada por um vírus do subtipo H1N1.  A gripe espanhola é considerada a pior pandemia da história.

1957 – Gripe Asiática

A gripe asiática foi provocada por um vírus influenza A do subtipo H2N2
Apareceu na China em fevereiro de 1957. Seis meses depois, tinha-se estendido por todos os continentes.
Uma segunda onda da infecção surgiu em 1958. Mais de um milhão de pessoas morreram.

1968 – Gripe de Hong Kong

É do grupo H3N2 e, atualmente, é a variante mais comum da gripe sazonal.
Surgiu na China, em julho de 1968 e passou para Hong Kong, para depois chegar aos EUA, Europa, Sudeste Asiático, Japão, América do Sul e África.
É a causa da gripe aviária e da gripe suína.
Entre um e três milhões de pessoas morreram, delas 30 mil no Reino Unido.

2003 – SARS

A Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS) foi detectada na Ásia em 2003.
Foram registados cerca de 8.000 casos e 800 mortos.

2005 – Gripe Aviária

Do tipo H5N1, foi detectado pela primeira vez em Hong Kong em 1997.
A infecção em humanos coincidiu com uma grande epidemia entre as aves, que matou largos milhares.
O pânico superou em muito os efeitos reais. Apenas uma morte por essa causa foi registrada. Foi no Canadá.

2009 – Gripe A

A gripe pandémica de 2009 foi provocada por uma nova estirpe de vírus da gripe que afeta humanos, o vírus da Gripe A-H1N1.
Este surgiu com segmentos de genes de vírus da gripe suína, aves e humano numa combinação que não tinha sido observada antes.
A China fez soar o alarme de novos casos de gripe suína em abril e a primeira morte ocorreu no mesmo mês no México.
Em maio, já tinha chegado a Espanha, que documentou a sua primeira morte em junho.
As estimativas sugerem que este vírus foi responsável por cerca de 18.000 mortes ao longo desse ano.

2012 – MERS

Síndrome respiratória do Oriente Médio (Middle East Respiratory Syndrome, MERS)
O vírus MERS foi detectado pela primeira vez na Jordânia e na Arábia Saudita em 2012. Até o início de 2018, houve 2.220 casos confirmados de MERS e 790 mortes. A maioria ocorreu na Arábia Saudita, onde novos casos continuam a surgir. Também houve casos em países fora do Oriente Médio, incluindo França, Alemanha, Itália, Tunísia e Reino Unido em pessoas que tinham viajado ou trabalhado no Oriente Médio.

Um surto de MERS por coronavírus ocorreu na Coreia do Sul de maio a julho de 2015, depois que um sul-coreano retornou do Oriente Médio. Esse surto envolveu mais de 180 casos e 36 mortes. A maioria dos casos de transmissão de pessoa a pessoa ocorreu em ambientes de cuidados de saúde.

2019 – COVID-19

a decorrerMochilas de Emergência

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Terremoto e tsunami, Japão (2011)

Terremoto e tsunami, Japão (2011)

Ocupando o sétimo lugar como um dos maiores terremotos em intensidade, o sismo de 9 graus na escala Richter originou um tsunami com ondas de 4 metros que destruíram o litoral nordeste do Japão.

O sismo provocou alertas de tsunami e evacuações na linha costeira japonesa do Pacífico e em pelo menos 20 países, incluindo toda a costa do Pacífico da América do Norte e América do Sul.

As ondas do tsunami, com mais de 10 metros de altura, percorreram mais de 10 km de terra.

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De acordo com as autoridades, houve 15 894 mortes confirmadas e mais de 2 500 ainda desaparecidos.Conheça os sismos mais recentes ocorridos no planetaSismos mais recentes

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Terremoto no Haiti (2010)

Terremoto no Haiti

Terremoto no Haiti (2010)

Pouco antes das 17 horas de 12 de janeiro de 2010, um abalo sísmico atinge fortemente o Haiti.
A escala Richter atinge a marca de 7,0 e a destruição é devastadora. Em alguns locais desabaram 90% dos edifícios.

O epicentro foi na península de Tiburon, aproximadamente a 25 km da capital, Porto Príncipe.

Estima-se que cerca de três milhões de pessoas foram atingidas pelo sismo, tendo morrido entre 100.000 a 200.000 pessoas.

Prédios comerciais e residenciais, assim como escolas e hospitais tiveram suas estruturas muito abaladas ou destruídas. Nem mesmo o Palácio Presidencial, e a sede da MINUSTAH, missão da ONU para a estabilização do Haiti, escaparam da destruição causada pelo terremoto.

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O impacto deste desastre afetou ainda mais a frágil economia do país, sendo necessário o envio de tropas de ajuda humanitária pela ONU no mesmo ano.

Atualmente este país continua em grandes dificuldades, com dois terços da população abaixo do limiar de pobreza e assolado pela corrupção e desemprego.

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Terremoto e tsunami no Índico (2004)

Terremoto e tsunami no Índico (2004)

 

Às 9.40 h da manhã de 26 de dezembro de 2004 uma vaga devastadora abateu-se sobre a praia de Koh Racha, na Tailândia depois de, uma hora e meia antes, um sismo de 9.2 na escala Richter ter ocorrido no Oceano Índico, ao largo da ilha de Sumatra, na Indonésia, a 30 km de profundidade.

O sismo ocorreu numa zona de fricção entre as placas tetónicas indo-australiana e euroasiática.
Quando a tensão entre as duas placas se tornou intensa demais, a energia foi libertada através do sismo, com uma energia equivalente à explosão de milhares de bombas atómicas.

A zona elevou-se bruscamente a uma vintena de metros de altura, deslocando a água com ela.

O tsunami que se formou atingiu 13 países. A Indonésia foi o país mais afectado, com cerca de 37.000 mortos, de um total de 226.306 feridos, números calculados pelo Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA (USGS).Conheça os sismos mais recentes ocorridos no planetaSismos mais recentes

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Sismo no Chile (1960)

Sismo no Chile (1960)

O Sismo de Valdivia de 1960, também conhecido como Grande Sismo do Chile, foi o mais intenso sismo jamais registado cientificamente.

Ocorreu no dia 22 de maio de 1960, no Chile.O maior terremoto já registado teve uma magnitude de 9,5 graus e é, ainda hoje, um dos desastres naturais mais catastróficos e impressionantes de nosso planeta.

O terremoto gerou um tsunami com ondas de 10 metros.

As ondas apagaram do mapa cidades inteiras na costa chilena e fizeram vítimas também em outros países banhados pelo Pacífico, como o Japão, as Filipinas e os Estados Unidos.Mais de 40% das casas de Valdivia foram simplesmente arrasadas.

Estima-se que cerca de 5.700 pessoas faleceram e mais de 2 milhões ficaram feridas por causa desta catástrofe. Os tsunamis causados pelo tremor causaram 62 mortes no Havaí e 31 nas Filipinas nas horas seguintes, e réplicas do primeiro abalo foram sentidas por mais de um ano após o sismo.Conheça os sismos mais recentes ocorridos no planetaSismos mais recentes

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Inundação do rio amarelo na china (1931)

Inundação do rio amarelo na china (1931)

Antes da criação de modernas barragens na China, o rio Amarelo era muito propenso a inundações. Este rio conta com nove grandes inundações históricas, das quais resultaram alguns dos mais mortais desastres naturais já registados.

A Grande Inundação do Rio Amarelo (Huang Ho) 1931 é considerada um dos piores desastres naturais já ocorridos em todos os tempos, em número de vítimas fatais. Estima-se que tenham morrido entre 1 e 4 milhões de pessoas, se incluirmos os efeitos secundários da inundação, como destruição de casas e lavouras, fome e desabrigados.

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Terremoto de São Francisco (1906)

Terremoto de São Francisco (1906)

O sismo de San Francisco de 1906 ocorreu às 5:14 horas da manhã no dia 18 de abril de 1906 em São Francisco.

Com magnitude estimada média de 8.0 na Escala de Richter, o terremoto provocou a destruição de cerca de 80% da cidade.

Os dados disponíveis apontam para três mil mortos e 225 mil desalojados.

A Califórnia é uma região propensa a terremotos, uma vez que está sobre uma série de “rachaduras” da crosta terrestre, onde placas tectónicas se encontram.

Essa movimentação das placas fez surgir uma das mais famosas falhas do planeta, a de San Andreas.

O atrito entre essas duas placas tectónicas é responsável por frequentes tremores na Califórnia, classificada como uma das áreas de maior instabilidade tectónica do planeta.

San Andreas é a maior dessas “rachaduras” e, potencialmente, a mais perigosa por marcar o limite entre as duas maiores placas tectónicas do planeta.