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Leonardo DiCaprio produz documentário sobre o incêndio de Pedrógão Grande

Leonardo DiCaprio produz documentário sobre o incêndio de Pedrógão Grande

O actor e ativista ambiental Leonardo DiCaprio é o responsável pela produção do filme From Devil’s Breathe, um documentário da série The Topping Point, e que vai ter como tema os incêndios de Pedrógão Grande, em 2017.
Outros notáveis que contribuem para este filme incluem o compositor nomeado para o Emmy® Patrick Jonsson e a fotógrafa / fotojornalista vencedora do Prêmio Pulitzer, Lynsey Addario.
BASTILLE, cinco vezes premiada com o Brit Award e duas vezes nomeada para os Grammy®, escreveu a canção original HOPE FOR THE FUTURE especificamente para o filme.
“Como pai de um filho pequeno, este foi um filme profundamente emocionante de fazer.
Testemunhar em primeira mão como a emergência climática está destruindo inúmeras vidas deixou-me uma marca visceral e forçou-me a pensar muito sobre o mundo que estamos a construir. Ao mesmo tempo, no entanto, este também foi um filme extremamente inspirador de se fazer.
Ver a resiliência de pessoas como Nadia Piázza e Vitor Neves reconstruindo suas vidas após uma tragédia inimaginável e aprender sobre o potencial do movimento de restauração como parte fundamental da solução para os desafios da crise climática encheu-me de otimismo.
Estou muito orgulhoso do filme que fizemos e emocionado por fazer parceria com a TIME Studios e a equipe da Appian Way”, disse o realizador Orlando von Einsiedel.

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Dois homens sobrevivem 29 dias perdidos no mar graças a laranjas e um coco!

Dois homens sobrevivem a 29 dias perdidos no mar graças a laranjas e um coco!

Livae Nanjikana e Junior Qoloni são dois habitantes das Ilhas Salomão que se perderam no mar do Pacífico depois do barco ter sido apanhado por uma forte tempestade.
 
Apenas algumas horas depois de terem iniciado a viagem, os homens depararam-se com chuvas e ventos fortes, o que lhes dificultou bastante a visibilidade.
Quando o mau tempo chegou, foi mau, mas ficou ainda pior quando a bateria do GPS acabou.

À medida que a noite se aproximava, desligaram o motor de para economizar combustível.
“Não conseguíamos ver para onde íamos e, por isso, decidimos simplesmente parar o motor e esperar, para poupar combustível”, explicou um dos sobreviventes.

Nos primeiros nove dias, alimentaram-se com as laranjas que haviam levado para a viagem.
Recolhendo a água da chuva com uma lona, os dois homens resistiram e, com alguma sorte, apanharam um coco à deriva no mar para se alimentarem.
Foram avistados perto da ilha de Nova Bretanha, na Papua Nova Guiné e quando chegaram à cidade de Pomio em 2 de outubro, os homens estavam tão fracos que tiveram de ser retirados em braços do barco.
No entanto resistiram e conseguiram sobreviver no mar durante 29 dias!

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Drone oceânico grava vídeo dentro de um furacão

Drone oceânico grava vídeo dentro de um furacão

Uma novidade mundial: pela primeira vez um drone oceânico regista imagens em vídeo de dentro de um furacão.
A Saildrone Inc. e a NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) divulgaram o primeiro vídeo registado por um veículo de superfície (USV) de dentro de um grande furacão que se move através do Oceano Atlântico.

O Saildrone Explorer SD 1045 foi direcionado para o meio do furacão Sam, um furacão de categoria 4 na escala de Saffir-Simpson, que atualmente está em curso no Atlântico Norte num percurso que, felizmente, não atingirá a costa leste dos EUA.
No vídeo o drone SD1045 luta contra ondas de 15 metros e ventos de mais de 190 km/h para recolher dados científicos essenciais e, em simultâneo, gravar imagens de vídeo. Desta forma temos agora uma visão completamente nova daquela que é uma das forças mais destrutivas do planeta.

Equipado com uma asa especialmente projetada, permitindo operar em condições extremas de vento, o SD 1045 está a enfrentar o furacão “Sam” em oceano aberto, recolhendo observações em tempo real para modelos de previsão de furacões, que devem fornecer novos insights sobre como os grandes e destrutivos ciclones tropicais crescem e se intensificam.

ver vídeo

NOAA

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ONU alerta para aquecimento global catastrófico

ONU alerta para aquecimento global catastrófico

Os compromissos assumidos pelos Estados signatários do Acordo de Paris estão a conduzir o mundo a um aquecimento global “catastrófico” de mais 2,7 graus, longe do objetivo de 1,5 graus para limitar os efeitos destrutivos da alteração do clima, alertou esta sexta-feira a ONU.

A seis semanas da conferência mundial da ONU sobre alterações climáticas (COP26), um relatório que avalia os compromissos nacionais de 191 países, “mostra que o mundo está num caminho catastrófico para um aquecimento de 2,7 graus”, declarou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

Relatório

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Vulcão entra em erupção em La Palma nas Canárias

Vulcão entra em erupção em La Palma nas Canárias

O vulcão de Cumbre Vieja entrou em erupção esta tarde.

O sul da ilha de La Palma, Canárias (Espanha), estava em alerta há vários dias devido ao risco iminente de uma erupção vulcânica. Depois dos sinais dados pelos sismos, cada vez mais fortes e frequentes, o vulcão Cumbre Vieja finalmente despertou!

De manhã, cerca de 40 pessoas com problemas de mobilidade e alguns animais foram evacuados das suas residências depois dos cientistas terem emitido um alerta para o risco de erupção vulcânica.

O Instituto Vulcanólogo das Canárias alertou para a intensificação da atividade sísmica esta manhã com a ocorrência de vários sismos alguns registados a pouca profundidade. Na última semana terão sido registados mais de 4.000 sismos.

O momento que se está hoje a viver em La Palma é histórico!

A última atividade vulcânica registada na ilha de La Palma foi há precisamente 50 anos, a 26 de outubro de 1971, quando teve lugar a última erupção do vulcão Teneguía, localizado no extremo sul da ilha e cuja erupção durou até 18 de novembro desse mesmo ano.

Saiba mais:

Instituto Geográfico Espanhol

Instituto Vulcanólogo das Canárias

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Vulcão nas Ilhas Canárias, pode entrar em erupção nos próximos dias

Vulcão nas Ilhas Canárias, pode entrar em erupção nos próximos dias

Desde o dia 11 de setembro que se regista grande atividade sísmica na região do vulcão ativo Cumbre Vieja, localizado na ilha de La Palma, no arquipélago das Canárias.
Até hoje, o Instituto Geográfico Nacional (IGN) de Espanha já registrou 4.530 terremotos na região.
Assim, as autoridades lançaram um alerta de risco de uma possível erupção vulcânica na ilha.
Devido ao aumento da magnitude dos sismos, o comité cientifico do Plano de Prevenção de Riscos Vulcânicos nas Ilhas Canárias elevou na terça-feira,  14 Setembro, para amarelo o alerta de risco de uma possível erupção.
Na reunião de quarta-feira, o comité decidiu manter o risco em amarelo, mas advertiu que “é provável a ocorrência de terramotos com mais intensidade”.

O “Cumbre Vieja” é um vulcão activo situado na ilha de La Palma, arquipélago das Canárias, com 1949 metros de altitude.
A sua última erupção ocorreu em 1971. O vulcão encontra-se atualmente sob vigilância constante pelo fato de haver falhas na estrutura da ilha que o sustenta, o que poderia causar o colapso ou desmoronamento desta ilha no leito oceânico, provocar um super terremoto e a formação de um megatsunami de caráter global, que poderá atingir toda costa leste das Américas, a costa oeste africana e todo litoral europeu ocidental.

O canal BBC2 transmitiu o documentário “Megatsunami; Onda da Destruição“, que se sugere que um colapso futuro do flanco ocidental da “Cumbre Vieja” poderia causar um mega-tsunami.

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Anomalia do campo magnético está a crescer

anomalia campo magnético

Anomalia do campo magnético está a crescer

Há um acentuado enfraquecimento do campo magnético sobre grande parte do território da América do Sul.

A existência do campo magnético é fundamental para a manutenção da vida no planeta.
A estabilidade deste campo é também indispensável para a dinâmica natural dos ciclos da vida na Terra. A radiação emanada pelo universo atingiria diretamente a superfície do nosso planeta sem a proteção do campo magnético.

Estudando a anomalia, os cientistas observaram que a área está em expansão para o oeste. E que também começou a se dividir.
Dados recentes mostram que o “vale” da anomalia, ou onde há menor força no campo magnético, se dividiu em dois lobos, causando ainda mais dificuldades para missões de satélite.

A anomalia não causa impactos visíveis na vida diária na superfície da Terra, mas estudá-la também é uma boa oportunidade para cientistas aprenderem o mecanismo por trás do campo magnético da Terra.

fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/geral-53852275

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O que fazer em caso de inundação?

o que fazer em caso de inundação

O que fazer em caso de inundação?

O que fazer em caso de inundação?

Uma inundação é uma sobrecarga temporária de água numa região ou área habitualmente seca. Pode acontecer com apenas alguns centímetros de água ou cobrir totalmente uma habitação.
Estar preparado para inundações e, principalmente, inundações repentinas, é importante dado que são um fenómeno cada vez mais frequente.

Onde acontece?

É particularmente importante estar preparado para inundações se vive numa área baixa ou próxima de linhas de água como rios, lagos e semelhantes.
Áreas costeiras também possuem maior risco de inundação durante tempestades e furacões.

Quando acontece?

Devido às alterações climáticas, as inundações podem ocorrer em qualquer estação do ano. No entanto algumas áreas do país estão mais expostas em períodos específicos do ano.

O que fazer?

Se estivermos bem preparados, o impacto das inundações nas pessoas e nos bens pode ser mitigado, reduzindo drasticamente os danos.
O que deve fazer:

1 – Antes de tudo

Conheça o seu grau de exposição
Recolher informação e compreender o risco de ocorrência de uma inundação, no local onde vive ou trabalha.
Prepare o seu plano familiar de emergência
• Discuta com a sua família o que será feito em caso de emergência;
• Defina um local de encontro, seguro, caso fiquem separados por algum motivo;
• Designe uma pessoa de contato e distribua uma lista de contactos de outros familiares;
• Verifique e garanta que cada membro da família tem e conhece todas as informações necessárias do plano.

2 – Quando há possibilidade de uma inundação mas ainda sem confirmação

• Ligue a TV ou Rádio. Certamente irá receber atualizações sobre o desenvolvimento da situação e até possíveis instruções;
• Obtenha informações credíveis fornecidas por autoridades oficiais.
• Saiba para onde ir. Talvez seja necessário sair de casa para zonas mais elevadas;
• Compre antecipadamente materiais e outros artigos que possam vir a ser necessários para o seu caso particular, (ex: areia, sacos, cobertores de plástico, etc.). ̤Se for o caso, verifique o funcionamento de bombas de drenagem ou de sucção que estejam instaladas.
• Verifique e reabasteça a(s) sua(s) mochila(s) de emergência. Não esqueça as lanternas, baterias, kit de primeiros socorros, kit de alimentação, água, medicamentos urgentes, documentos e algum dinheiro.

3 – Prepare a sua casa

• Remova os móveis e objetos que se encontram fora de casa;
• Em casa tente colocar os artigos mais importantes em posições elevadas;
• Encha todos os recipientes disponíveis com água potável;
• Separe e impermeabilize comida que não requeira frigorífico;
• Retire das tomadas as tomadas dos aparelhos elétricos;
• Proteja medicamentos e equipamentos de saúde ou primeiros socorros;
• Ensaque roupas e produtos de higiene;
• Separe e embale documentos importantes como apólices de seguro, identificação pessoal e outros;

4 – Prepare-se para uma possível evacuação

• Identifique, junto com a sua família, possíveis locais seguros;
• Planeie rotas alternativas que não tenham propensão para inundar;
• Planeie o que fazer com seus animais de estimação;
• Se as autoridades competentes lhe disserem para sair, faça-o de forma serena, mas rapidamente. Reúna a sua família e a mochila de sobrevivência e siga as instruções;

5 – Quando é certo que a inundação vai ocorrer dentro de pouco tempo

• Não conduza a menos que seja urgente;
• Desligue ou desative: quadro elétrico, fornecimento de combustíveis, de gases, de sistemas de refrigeração, suspenda operações com líquidos ou gases inflamáveis; ̤
• Se tiver de sair, siga as rotas recomendadas;
• Evite áreas de desastre. A sua presença pode dificultar o resgate ou outras atuações de emergências e colocá-lo em maior risco;
• Mantenha-se especialmente atento durante a noite quando é mais difícil reconhecer a subida do nível da água, os perigos e obstáculos;
• Não tente atravessar linhas de água com corrente forte;
• Desloque-se para uma área segura antes que o acesso seja cortado pela subida da água;
• Afaste-se de zonas com riscos potenciais como fios elétricos, vidros quebrados, metais afiados, áreas com derramamentos de materiais perigosos, líquidos ou gases inflamáveis, áreas instáveis ou com risco de colapso estrutural.

6 – Depois da inundação

A enchente já passou e você e seus familiares estão em segurança. Excelente.
E agora?

• Se saiu de casa volte apenas quando as autoridades disserem que o local está seguro;
• Tenha cuidado com o lixo e os destroços espalhados. Certamente haverá muitos;
• Tanto quanto possível, evite o contato direto com a água da inundação por questões de saúde;
• Tire foto dos danos para acionar o seu seguro;
• Contacte outros familiares e amigos para saber se precisam de ajuda;
• Cuidado com estradas que desapareceram, desmoronamentos de terra, árvores ou postes de eletricidade caídos no chão;

Com algumas preparações prévias e ações rápidas é possível ultrapassar esta emergência e manter-se em segurança sem muitas dificuldades.
Fique alerta e esteja sempre consciente do risco de enchentes na sua área de residência ou de trabalho.Saber mais

Obtenha informação oficial e atualizada através dos seguintes links:

Autoridade Nacional de Proteção Civil

Instituto Português do Mar e da Atmosfera

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Os animais conseguem prever terremotos?

Os animais conseguem prever terremotos?

Os animais conseguem prever terremotos?

Conseguem os animais prever sismos e outros desastres naturais?

A referência mais antiga que existe relacionada com o comportamento animal incomum, antes da ocorrência de um terremoto significativo, vem da Grécia em 373 aC.
Ratos, doninhas, cobras e centopeias abandonaram os seus abrigos e dirigiram-se para a locais mais seguros vários dias antes de um terremoto destrutivo.
Desde essa altura abundam evidências de vários animais, peixes, pássaros, répteis e insetos que exibem comportamento estranho ou anormal desde semanas antes até alguns segundos que antecedem um terremoto.

No entanto, um comportamento animal consistente e fiável antes dos eventos sísmicos e o entendimento de um mecanismo explicando como ele pode funcionar ainda não é claro. A maioria dos cientistas que estudam esta possibilidade estão na China ou no Japão. Foi aliás no terremoto chinês de 1975, que a observação dos animais agitados foi um importante fator para o sucesso da previsão sísmica e respetiva evacuação.

 É sabido que existem frequências muito específicas que apenas alguns animais podem sentir, daí que expressão “prever” talvez não seja a mais correta – o melhor seria “antecipar”, já que eles começam a sentir os efeitos antes dos humanos e, por isso, passam a se comportar de maneira diferente.

Há dois tipos de antecipação: a longa, em que os animais percebem o tremor muito antes de acontecer ( por vezes até três semanas antes), e a curta, em que a perceção ocorre algumas horas antes de os humanos se darem conta.  Uma possível explicação para a antecipação longa é que a tensão nas placas gera alterações nos campos magnéticos da região, o que pode ser sentido pelos bichos. Alguns cientistas especulam também que a antecipação curta ocorra porque alguns animais conseguem ouvir sons de frequência baixa vindos do solo (pássaros e elefantes) ou frequência alta (roedores). Outra teoria é que há vários tipos de ondas sísmicas e os animais sentiriam as primárias (que chegam mais rápido, mas são menos agressivas).

Ainda não é possível assegurar com exatidão quais serão os “melhores” animais para sentir antecipadamente esses efeitos pré-terremotos. No entanto deixamos algumas indicações sobre os mais conhecidos.

COMPORTAMENTO DE ALGUNS ANIMAIS

CÃES

Acredita-se que os cães podem sentir a ocorrência iminente de um terremoto com antecedência de dias.
Pelo menos é o que pensa a agência sismológica de uma cidade chinesa que tem uma criação de cães nas suas instalações, convencida de que esses animais podem prever os movimentos da Terra.

Várias vezes se tem alegado que os cães conseguem sentir os movimentos telúricos com antecedência, sejam pequenos ou grandes terremotos.
No terremoto e no tsunami no Japão, muitos cães que estavam a mais de 2.300 quilómetros do epicentro mostraram mudanças abruptas no comportamento que revelaram um alerta.

TUBARÕES

Os tubarões podem prever mudanças climáticas fortes, especialmente tempestades e furacões.
Os sensores colocados nestes animais detetaram que os tubarões agrupam-se e nadam para áreas onde há uma mudança súbita de temperatura, exatamente onde a tempestade irá chegar mais tarde. E sim, eles vão até ao fundo do oceano para se protegerem.

ELEFANTES

No tsunami que afetou as costas do Oceano Índico, especialmente a Tailândia e a Indonésia em 2004, foi possível ver como os elefantes recuaram e fugiram para zonas de maior altitude antes das ondas chegarem ao continente.
Estes animais gigantes têm uma orelha proporcional ao seu tamanho, altamente sofisticada, capaz de detectar frequências impercetíveis para os seres humanos.

ALBATROZ

Essas aves marinhas são excelentes para detetar mudanças na pressão atmosférica e da água, conseguindo detetar quando um furacão se irá desenvolver.
Sentindo a diminuição significativa da pressão, os albatrozes voam para locais seguros.

VACAS

As vacas podem sinalizar sismos com antecedência.
Seis dias antes de um terremoto, as vacas reduzem a produção de leite, algo que também foi verificado na catástrofe de 2011 no Japão.
Esta observação ocorreu em diferentes locais, localizados em áreas distantes do país, e a causa pode ser atribuída ao forte stress sentido pelos animais antes do desastre.

GATOS

Se você vê que o seu gato perde a calma e tenta sair da casa buscando refúgio ao ar livre, é hora ficar preocupado.
Os nossos amigos felinos podem sentir desastres horas antes de acontecerem. Os gatos mudam fortemente seu comportamento antes de um terremoto ou erupção vulcânica, pois não apenas capturam os sons, mas também mudanças na pressão ambiental e na deformação do solo, como se viu no terremoto e subsequente tsunami que afetou Japão em 2011.

ABELHAS

Além de produzir mel e lidar com a polinização, as abelhas também são capazes de determinar quando vai chover usando apenas a humidade no meio ambiente.
Se numa área onde havia uma população de abelhas, de repente desaparecem , pode ser um sinal de aproximação de tempestade.

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