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ONU alerta para aquecimento global catastrófico

ONU alerta para aquecimento global catastrófico

Os compromissos assumidos pelos Estados signatários do Acordo de Paris estão a conduzir o mundo a um aquecimento global “catastrófico” de mais 2,7 graus, longe do objetivo de 1,5 graus para limitar os efeitos destrutivos da alteração do clima, alertou esta sexta-feira a ONU.

A seis semanas da conferência mundial da ONU sobre alterações climáticas (COP26), um relatório que avalia os compromissos nacionais de 191 países, “mostra que o mundo está num caminho catastrófico para um aquecimento de 2,7 graus”, declarou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

Relatório

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Vulcão entra em erupção em La Palma nas Canárias

Vulcão entra em erupção em La Palma nas Canárias

O vulcão de Cumbre Vieja entrou em erupção esta tarde.

O sul da ilha de La Palma, Canárias (Espanha), estava em alerta há vários dias devido ao risco iminente de uma erupção vulcânica. Depois dos sinais dados pelos sismos, cada vez mais fortes e frequentes, o vulcão Cumbre Vieja finalmente despertou!

De manhã, cerca de 40 pessoas com problemas de mobilidade e alguns animais foram evacuados das suas residências depois dos cientistas terem emitido um alerta para o risco de erupção vulcânica.

O Instituto Vulcanólogo das Canárias alertou para a intensificação da atividade sísmica esta manhã com a ocorrência de vários sismos alguns registados a pouca profundidade. Na última semana terão sido registados mais de 4.000 sismos.

O momento que se está hoje a viver em La Palma é histórico!

A última atividade vulcânica registada na ilha de La Palma foi há precisamente 50 anos, a 26 de outubro de 1971, quando teve lugar a última erupção do vulcão Teneguía, localizado no extremo sul da ilha e cuja erupção durou até 18 de novembro desse mesmo ano.

Saiba mais:

Instituto Geográfico Espanhol

Instituto Vulcanólogo das Canárias

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 A maior árvore do mundo foi embrulhada em papel alumínio

árvore General Sherman

A maior árvore do mundo foi embrulhada em papel alumínio

A maior árvore do mundo foi embrulhada em papel de alumínio para proteger das chamas de um incêndio que assola o fantástico Parque Nacional das Sequoias, na Califórnia.

A base da magnífica árvore “General Sherman” foi envolvida em material resistente a queimaduras à base de alumínio, de acordo com os responsáveis dos Parques Nacionais Sequoia e Kings.
General Sherman

A árvore, com o nome “General Sherman”, tem cerca de 84 metros de altura e mais de 11 metros de diâmetro na base, tornando-a mais alta do que a Estátua da Liberdade, desde a sua base até a tocha.

Em 9 de setembro, um raio provocou o incêndio inicial e levou o Parque Nacional da Sequoia a fechar suas portas aos visitantes.
As equipas do parque estão a preparar a Floresta gigante, que abriga mais de 2.000 sequóias, removendo lixo e materiais combustíveis e envolvendo as árvores.
“Basicamente, dissemos aos bombeiros para tratar as nossas sequóias especiais como se fossem prédios e embrulhá-las, varrer todo o lixo e afastar os troncos pesadas”, disse Christy Brigham, chefe de gestão de recursos e ciência da Sequoia e Kings Canyon National Parks.

Embora todos estejam a trabalhar arduamente para proteger estas preciosas sequoias, elas já foram duramente atingidas por incêndios florestais nos últimos anos.
“Dois terços de toda a área plantada de sequoias gigantes na Sierra Nevada foram queimados em incêndios florestais entre 2015 e 2020”, de acordo com o Serviço de Parques Nacionais americano.

Fonte: CNN

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Vulcão nas Ilhas Canárias, pode entrar em erupção nos próximos dias

Vulcão nas Ilhas Canárias, pode entrar em erupção nos próximos dias

Desde o dia 11 de setembro que se regista grande atividade sísmica na região do vulcão ativo Cumbre Vieja, localizado na ilha de La Palma, no arquipélago das Canárias.
Até hoje, o Instituto Geográfico Nacional (IGN) de Espanha já registrou 4.530 terremotos na região.
Assim, as autoridades lançaram um alerta de risco de uma possível erupção vulcânica na ilha.
Devido ao aumento da magnitude dos sismos, o comité cientifico do Plano de Prevenção de Riscos Vulcânicos nas Ilhas Canárias elevou na terça-feira,  14 Setembro, para amarelo o alerta de risco de uma possível erupção.
Na reunião de quarta-feira, o comité decidiu manter o risco em amarelo, mas advertiu que “é provável a ocorrência de terramotos com mais intensidade”.

O “Cumbre Vieja” é um vulcão activo situado na ilha de La Palma, arquipélago das Canárias, com 1949 metros de altitude.
A sua última erupção ocorreu em 1971. O vulcão encontra-se atualmente sob vigilância constante pelo fato de haver falhas na estrutura da ilha que o sustenta, o que poderia causar o colapso ou desmoronamento desta ilha no leito oceânico, provocar um super terremoto e a formação de um megatsunami de caráter global, que poderá atingir toda costa leste das Américas, a costa oeste africana e todo litoral europeu ocidental.

O canal BBC2 transmitiu o documentário “Megatsunami; Onda da Destruição“, que se sugere que um colapso futuro do flanco ocidental da “Cumbre Vieja” poderia causar um mega-tsunami.

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Anomalia do campo magnético está a crescer

anomalia campo magnético

Anomalia do campo magnético está a crescer

Há um acentuado enfraquecimento do campo magnético sobre grande parte do território da América do Sul.

A existência do campo magnético é fundamental para a manutenção da vida no planeta.
A estabilidade deste campo é também indispensável para a dinâmica natural dos ciclos da vida na Terra. A radiação emanada pelo universo atingiria diretamente a superfície do nosso planeta sem a proteção do campo magnético.

Estudando a anomalia, os cientistas observaram que a área está em expansão para o oeste. E que também começou a se dividir.
Dados recentes mostram que o “vale” da anomalia, ou onde há menor força no campo magnético, se dividiu em dois lobos, causando ainda mais dificuldades para missões de satélite.

A anomalia não causa impactos visíveis na vida diária na superfície da Terra, mas estudá-la também é uma boa oportunidade para cientistas aprenderem o mecanismo por trás do campo magnético da Terra.

fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/geral-53852275

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Os animais conseguem prever terremotos?

Os animais conseguem prever terremotos?

Os animais conseguem prever terremotos?

Conseguem os animais prever sismos e outros desastres naturais?

A referência mais antiga que existe relacionada com o comportamento animal incomum, antes da ocorrência de um terremoto significativo, vem da Grécia em 373 aC.
Ratos, doninhas, cobras e centopeias abandonaram os seus abrigos e dirigiram-se para a locais mais seguros vários dias antes de um terremoto destrutivo.
Desde essa altura abundam evidências de vários animais, peixes, pássaros, répteis e insetos que exibem comportamento estranho ou anormal desde semanas antes até alguns segundos que antecedem um terremoto.

No entanto, um comportamento animal consistente e fiável antes dos eventos sísmicos e o entendimento de um mecanismo explicando como ele pode funcionar ainda não é claro. A maioria dos cientistas que estudam esta possibilidade estão na China ou no Japão. Foi aliás no terremoto chinês de 1975, que a observação dos animais agitados foi um importante fator para o sucesso da previsão sísmica e respetiva evacuação.

 É sabido que existem frequências muito específicas que apenas alguns animais podem sentir, daí que expressão “prever” talvez não seja a mais correta – o melhor seria “antecipar”, já que eles começam a sentir os efeitos antes dos humanos e, por isso, passam a se comportar de maneira diferente.

Há dois tipos de antecipação: a longa, em que os animais percebem o tremor muito antes de acontecer ( por vezes até três semanas antes), e a curta, em que a perceção ocorre algumas horas antes de os humanos se darem conta.  Uma possível explicação para a antecipação longa é que a tensão nas placas gera alterações nos campos magnéticos da região, o que pode ser sentido pelos bichos. Alguns cientistas especulam também que a antecipação curta ocorra porque alguns animais conseguem ouvir sons de frequência baixa vindos do solo (pássaros e elefantes) ou frequência alta (roedores). Outra teoria é que há vários tipos de ondas sísmicas e os animais sentiriam as primárias (que chegam mais rápido, mas são menos agressivas).

Ainda não é possível assegurar com exatidão quais serão os “melhores” animais para sentir antecipadamente esses efeitos pré-terremotos. No entanto deixamos algumas indicações sobre os mais conhecidos.

COMPORTAMENTO DE ALGUNS ANIMAIS

CÃES

Acredita-se que os cães podem sentir a ocorrência iminente de um terremoto com antecedência de dias.
Pelo menos é o que pensa a agência sismológica de uma cidade chinesa que tem uma criação de cães nas suas instalações, convencida de que esses animais podem prever os movimentos da Terra.

Várias vezes se tem alegado que os cães conseguem sentir os movimentos telúricos com antecedência, sejam pequenos ou grandes terremotos.
No terremoto e no tsunami no Japão, muitos cães que estavam a mais de 2.300 quilómetros do epicentro mostraram mudanças abruptas no comportamento que revelaram um alerta.

TUBARÕES

Os tubarões podem prever mudanças climáticas fortes, especialmente tempestades e furacões.
Os sensores colocados nestes animais detetaram que os tubarões agrupam-se e nadam para áreas onde há uma mudança súbita de temperatura, exatamente onde a tempestade irá chegar mais tarde. E sim, eles vão até ao fundo do oceano para se protegerem.

ELEFANTES

No tsunami que afetou as costas do Oceano Índico, especialmente a Tailândia e a Indonésia em 2004, foi possível ver como os elefantes recuaram e fugiram para zonas de maior altitude antes das ondas chegarem ao continente.
Estes animais gigantes têm uma orelha proporcional ao seu tamanho, altamente sofisticada, capaz de detectar frequências impercetíveis para os seres humanos.

ALBATROZ

Essas aves marinhas são excelentes para detetar mudanças na pressão atmosférica e da água, conseguindo detetar quando um furacão se irá desenvolver.
Sentindo a diminuição significativa da pressão, os albatrozes voam para locais seguros.

VACAS

As vacas podem sinalizar sismos com antecedência.
Seis dias antes de um terremoto, as vacas reduzem a produção de leite, algo que também foi verificado na catástrofe de 2011 no Japão.
Esta observação ocorreu em diferentes locais, localizados em áreas distantes do país, e a causa pode ser atribuída ao forte stress sentido pelos animais antes do desastre.

GATOS

Se você vê que o seu gato perde a calma e tenta sair da casa buscando refúgio ao ar livre, é hora ficar preocupado.
Os nossos amigos felinos podem sentir desastres horas antes de acontecerem. Os gatos mudam fortemente seu comportamento antes de um terremoto ou erupção vulcânica, pois não apenas capturam os sons, mas também mudanças na pressão ambiental e na deformação do solo, como se viu no terremoto e subsequente tsunami que afetou Japão em 2011.

ABELHAS

Além de produzir mel e lidar com a polinização, as abelhas também são capazes de determinar quando vai chover usando apenas a humidade no meio ambiente.
Se numa área onde havia uma população de abelhas, de repente desaparecem , pode ser um sinal de aproximação de tempestade.

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O Médio Oriente está a ficar sem água

O Médio Oriente está a ficar sem água

O Médio Oriente está a ficar sem água e algumas partes ficarão rapidamente inabitáveis
 
As balsas e barcos que transportavam turistas no lago Urmia, no Irão, de e para as suas ilhotas estão agora enferrujados, incapazes de se mover, naquela que está rapidamente a tornar-se uma planície de sal.
Apenas duas décadas atrás, o lago Urmia era o maior lago do Médio Oriente, a sua economia local prosperava tendo até um centro turístico com hotéis e restaurantes.
O desaparecimento do Lago Urmia foi rápido. O seu tamanho caiu para mais da metade – de 5.400 quilómetros quadrados (2.085 milhas quadradas) na década de 1990 para apenas 2.500 quilómetros quadrados (965 milhas quadradas) hoje – de acordo com o Departamento de Proteção Ambiental do Oeste do Azerbaijão, uma das províncias iranianas onde o lago está localizado.
Agora existem reais preocupações de que o lago desapareça completamente.
Este é apenas um dos problemas que são comuns em muitas partes do Oriente Médio – onde a água simplesmente está a desaparecer.
A região tem testemunhado secas persistentes e temperaturas tão altas que mal se adaptam à vida humana.
Acrescente-se as mudanças climáticas à má gestão, ao uso excessivo da água e as projeções para o futuro da água nesta região são sombrias.
Alguns países do Oriente Médio, incluindo Irão, Iraque e Jordânia, estão bombeando grandes quantidades de água do solo para irrigação.
Ao mesmo tempo toda a região regista uma diminuição acentuada das chuvas.
Tanto o declínio das chuvas quanto o aumento da demanda nesses países causa o seca muitos rios, lagos e pântanos.
As consequências de a água se tornar ainda mais escassa são terríveis:
vastas áreas podem tornar-se inabitáveis;
aumentam as tensões sobre a partilha e gestão dos recursos hídricos;
a economia fica abalada e gera violência política.
Prevê-se que os invernos do Oriente Médio ficarão mais secos à medida que o mundo aquece e, embora os verões sejam mais húmidos, o calor deve compensar seus ganhos de água, de acordo com as últimas projeções de cientistas publicadas no início deste mês pelo Painel Intergovernamental para o Clima, da ONU.
Na Jordânia, um dos países com maior stress hídrico do mundo, as pessoas já se acostumaram a viver com muito pouca água.
Um estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que este país terá que reduzir para metade o seu uso per capita de água até o final do século. A maioria dos habitantes viverá com 40 litros por dia, para todas as suas necessidades – beber, tomar banho e lavar roupa e loiça, por exemplo.
O americano médio hoje usa cerca de 10 vezes esse valor.
Níveis de stress hídrico em 2030 (projeção mais otimista)
A Jordânia tem pouca escolha a não ser comprar grandes quantidades de água a Israel, que tem um enorme programa de dessalinização, no qual remove o sal da água do mar para torná-la própria para consumo humano. Mas a dessalinização é um processo que consome muita energia – energia que ainda não é verde e renovável e só contribui ainda mais para o aquecimento global, um dos principais impulsionadores da escassez de água em primeiro lugar.
Como o clima continua a aquecer e a água escasseia, parte da solução no Médio Oriente terá de envolver a redução do uso de água na agricultura.
Isso também pode significar mudar o tipo de alimentos que os produtores cultivam e exportam.
As mudanças e tensões serão inevitáveis. Será necessário adaptar, dentro do possível, para mitigar os danos.

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Waterlight, a luz que vem da água

Waterlight, a luz que vem da água

Waterlight, a luz que vem da água

A startup colombiana de energias renováveis, a E-Dina, desenvolveu uma lanterna sem fios que funciona com água salgada para fornecer a eletricidade.
É uma alternativa mais fiável e duradoura para as lâmpadas solares em comunidades que não dispõem de rede elétrica ou em situações de emergência.

O aparelho portátil, chamado WaterLight, precisa apenas de ser enchido com meio litro de água do mar – ou até urina em situações de emergência – para, desta forma, emitir até 45 dias de luz.

Atuando como um mini gerador de energia, o dispositivo também pode ser usado para carregar um telefone celular ou outro dispositivo pequeno por meio de sua porta USB integrada.

O dispositivo tem um revestimento cilíndrico de madeira e uma tampa perfurada na parte superior que permite que a água flua para o dispositivo e que o hidrogênio do processo de ionização escape.
Em toda a sua vida útil,  pode produzir de dois a três anos de luz, ou cerca de 5.600 horas, de acordo com a empresa.

Saiba mais:
https://www.waterlight.com.co/

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Filmes sobre sobrevivência

Filmes sobre sobrevivência

O “survival movie”, ou filme de sobrevivência, põe em cena histórias reais ou fictícias de seres humanos que, por acidente, desafio ou vontade própria, enfrentam a natureza e ficam à mercê dos elementos.

Deixamos aqui uma lista com alguns deles.

“Os 33”, de Patricia Riggen (2015)
Esta é a história do salvamento de 33 mineiros chilenos que ficaram presos durante 69 dias no fundo da mina onde trabalhavam, situada no Deserto do Atacama, Chile.

“Quando Tudo Está Perdido”, de J.C. Chandor (2014)
Um homem (Robert Redford) viaja sozinho em seu veleiro pelo Oceano Índico. Porém, a embarcação choca contra um contentor abandonado e sofre severos danos.
Agora ele terá que se esforçar para sobreviver no meio de uma tempestade e com cada vez com menos recursos.

“127 Horas” de Danny Boyle (2010)
Ao explorar um cânion remoto em Utah, o alpinista e aventureiro Aron Ralston fica preso em uma fenda quando uma pedra cai. Nos cinco dias seguintes, Ralston examina sua vida e considera suas opções, as quais o levam a uma situação angustiante.

“O Lado Selvagem”, de Sean Penn (2007)
Filme baseado no diário de Christopher McCandless, um jovem que deixou para trás o mundo civilizado, o dinheiro e até o carro. Sob o nome de Alexander Supertramp inicia a sua solitária jornada até ao Alasca para encontrar o verdadeiro sentido da vida.

“Touching the Void – Uma História de Sobrevivência”, de Kevin Macdonald (2003)
História real de dois alpinistas britânicos, Joe Simpson e Simon Yates, que em 1985 conseguiram escalar a Siula Grande, a única montanha nos Andes do Peru que estava por conquistar. No regresso, Joe partiu uma perna e Simon teve que o auxiliar. Este filme relata a força de vontade e a capacidade de sobrevivência. 

“The Endurance: Shackleton’s Legendary Antarctic Expedition” de George Butler (2001)
The Endurance é um documentário de 2000 dirigido por George Butler sobre a lendária expedição antártica de Ernest Shackleton em 1914. É baseado no livro de mesmo nome. O Endurance era o nome do navio da expedição de Shackleton.

“As Far as my Feet Will Carry Me”, de Hardy Martins (2001)
Um prisioneiro de guerra alemão, que foi enviado para um campo de trabalho do Gulag, consegue evadir-se e inicia uma caminhada através das neves da Sibéria para tentar regressar ao seu país. É perseguido por um oficial do NKVD, empenhado em capturá-lo o mais rapidamente possível.

“A Praia”, de Danny Boyle (2000)
Leonardo DiCaprio é um jovem turista pé de chinelo que anda a viajar pela Tailândia. Em Banguecoque, conhece Daffi, outro viajante experiente que lhe mostra um paraíso, uma praia desconhecida para os turistas. Nela habita uma pequena comunidade de viajantes que, pouco a pouco, foi assentando por ali.

“O Náufrago”, de Robert Zemeckis (2000)
Tom Hanks interpreta aqui Chuck Nolan, um executivo de uma empresa postal que, depois do avião onde viajava se despenhar, fica isolado numa ilha tropical durante 4 anos, tendo como única companhia uma bola manchada com o seu próprio sangue, à qual chama “Wilson” por causa da marca.

“No Limite”, de Lee Tamahori (1997)
Um avião cai na fronteira do Canadá com o Alaska. A bordo, três únicos sobreviventes: dois fotógrafos de moda e um bilionário. Perdidos, os três precisam se unir para sobreviver numa região inóspita e repleta de perigos.

“Estamos Vivos”, de Frank Marshall (1993)
A famosa história verídica sobre como uma equipa de râguebi consegue sobreviver nos Andes durante 72 dias, depois de se terem despenhado num avião uruguaio. Com temperaturas a rondar os 40 graus negativos, acabaram por recorrer ao canibalismo para conseguirem sobreviver.

“Dersu Uzala”, de Akira Kurosawa (1975)
Em 1975, o Óscar de Melhor Filme foi para uma obra cinematográfica estrangeira. Apresenta-nos a história de Vladimir Arseniev que, depois de se perder no vasto território da taiga siberiana, conhece Dersu Uzala, um caçador nómada que o ensina a amar e a respeitar a Natureza.

“Walkabout”, de Nicolas Roeg (1971)
Dois irmãos ingleses criados na cidade perdem-se no interior da Austrália, por ocasião de um piquenique. Encontram então um rapaz aborígene que está a cumprir um ritual de iniciação à maturidade, e que os ajuda a sobreviver, muito embora a comunicação entre os três tenha que se fazer por gestos.

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