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Terremoto de Lisboa (1755)

Terremoto de Lisboa (1755)

O Sismo de 1755, também conhecido por Terramoto de 1755, ocorreu na manhã do dia 1 de Novembro de 1755.
A cidade de Lisboa ficou quase  totalmente destruída, especialmente na zona da Baixa.

O sismo atingiu ainda grande parte do litoral do Algarve e Setúbal.
Minutos depois do terremoto, o rio invadiu as ruas da baixa da cidade.
Muitas pessoas que tinham fugido para as margens do Tejo com o objectivo de escapar aos edifícios que ruíam foram apanhadas pelas águas.

As ondas de até 30 metros assolaram a região do Algarve e, pouco depois,  percorreram a costa africana, destruindo várias cidades marroquinas.

Quando as ondas se retiraram ficaram os incêndios que acabariam por destruir e queimar tudo o que ainda estava de pé.

O grande terremoto de Lisboa, em Portugal, o maior da história da Europa moderna, foi tão violento que a onda do tsunami chegou até ao Brasil.Veja o vídeoProdutos em destaque

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Paris vai plantar florestas urbanas para combater calor

Para reduzir o calor e melhorar a qualidade do ar da capital parisiense, que tem vindo a bater recordes de temperatura neste verão europeu, a Presidente da Câmara de Paris, Anne Hidalgo, anunciou um projeto de 72 milhões de euros com o objetivo de plantar florestas urbanas ao redor de algumas das principais regiões da cidade.

Os novos parques e jardins devem abranger uma área de 30 hectares, com o plantio de 20 mil árvores até o final de 2020. Atualmente, apenas 9,5% da capital possui cobertura de vegetação.

Na fase inicial foram escolhidos quatro locais da cidade para receber as florestas urbanas: Hôtel de Ville, L’opéra Garnier, Gare de Lyon e as margens do Rio Sena.

Um projeto específico para a Torre Eiffel também foi desenvolvido, especificamente para a realização dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Mais árvores, jardins e relvados serão plantados ao redor da mais famosa atração turística do país.

“Temos a obrigação de agir agora para evitar que essa cidade se torne impossível de habitar”, disse Hidalgo, em entrevista ao Le Parisien.Mochilas emergência

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Erupção do Vesúvio (79 DC.)

A erupção do Vesúvio em 79 foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. A explosão que destruiu cinco cidades na Baía de Nápoles, entre elas Pompeia, na Itália.

A lava quente cobriu as cidades com uma camada de dois metros de espessura. Em seguida, o vulcão lançou cinzas e pedras que formaram outra camada de dez a quinze metros. Entre 20 mil e 30 mil habitantes morreram sufocados pelas cinzas ou sob os tetos das casas que desabavam.

A cidade ficou coberta por cinzas vulcânicas corrosivas, fumo e chuva de rochas causando a morte de centenas de pessoas, as quais permaneceram solidificadas ao longo dos anos.

Com 1220 metros de altura, o Vesúvio não entra em erupção desde 1944. Em 1968, chegou a entrar em atividade, mas não expeliu lava. Especialistas acreditam que se entrar em atividade novamente poderá matar milhões de pessoas em apenas alguns minutos. Em 1995, o governo italiano traçou um plano de emergência para o caso de o Vesúvio voltar a entrar em atividade. O principal objecito do plano é evacuar 700 mil pessoas que moram nas áreas de maior risco num período de sete dias.

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Rio Tinto, Huelva, Espanha

Rio Tinto, Huelva, Espanha

Na Andaluzia, Espanha, corre um rio que lembra uma das pragas bíblicas contra o Egipto.

Vermelho como sangue, o Rio Tinto é talvez o caso mais antigo de poluição causada pelo ser humano.

Em 3000 a.C., os íberos e os tartesos começaram a explorar minerais na nascente do rio, extraindo ouro, prata, cobre, ferro e manganês. Seguiram-se os fenícios, romanos, visigodos, mouros e por fim os espanhóis, a partir do século 16.

A isso somou-se a herança da ocupação britânica durante o final do século XIX, que passou a explorar o rio. A mineração e a poluição continuam ainda hoje.

A assustadora coloração vem do ferro diluído na água. Com um pH perto de 2, a água tem uma acidez semelhante ao vinagre ou a sumo de limão. Também há por ali uma grande concentração de metais pesados.

Apesar dos níveis extremos de poluição, algumas bactérias conseguem prosperar. Por isso a agência espacial norte-americana NASA e o Centro Espanhol de Astrobiologia focaram a sua atenção no rio para estudar as prováveis semelhanças entre estas condições ambientais e aquelas que caracterizam Marte.

 

A primeira manifestação de cariz ambientalista registada ocorre em protesto contra as calcinações de minerais ao ar livre que libertam fumos sulfurosos. Foi realizada em 4 de Fevereiro de 1888 e nela participaram milhares de pessoas de todo o concelho.

Seguindo ordens do governador civil de Huelva, forças do regimento de Pavia, abriram fogo contra os manifestantes concentrados na praça da Constituição o que resultou em mais de 100 mortes.

Mochilas emergência

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Cada português deve ter uma mochila de emergência sísmica.

Veja o vídeo.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil pediu à população de São Miguel que tivesse calma, mas com os necessários cuidados para eventuais réplicas. A recomendação mais importante é a de ter um “kit” de emergência.Mochilas emergência

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Alterações climáticas vão provocar fogos mais intensos e difíceis de extinguir

Alterações climáticas vão provocar fogos mais intensos e difíceis de extinguir

As alterações climáticas vão mudar o tipo de incêndios florestais, que serão de maior intensidade e difícil extinção, e comprometerão seriamente as economias rurais e os bosques mediterrânicos, segundo uma investigação publicada esta segunda-feira na revista Ecological Monographs.

Saiba mais: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ecm.1285/full

Mochilas emergência

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Conservar alimentos sem frigorífico

CONSERVAR ALIMENTOS SEM FRIGORÍFICO

Em caso de ausência de energia elétrica, por avaria, ou suspensão do fornecimento,  o seu frigorífico de pouco irá servir.
Numa situação de emergência, se estiver em casa com o frigorífico cheio e sem electricidade, é importante saber como prolongar a  vida útil dos seus alimentos.
Conheça algumas dicas e truques para conservar alimentos por mais algum tempo, sem recurso à refrigeração.

Bananas
Envolva os terminais (cabos) das bananas em película plástica. Este procedimento evita que amadureçam e se estraguem rapidamente.

Tomates
Conserve os tomates virados com a haste para baixo. Esta posição prolonga um pouco a sua vida útil.

Maçãs
Não junte maçãs com outras frutas ou alimentos num lugar confinado. As maçãs emitem gás etileno que é responsável por fazer com que outras frutas e vegetais amadureçam mais rapidamente e estraguem com mais facilidade. Assim, as maçãs devem ser guardadas sozinhas e isoladas dos demais alimentos ou então próximas das batatas que tornam o processo do gás mais lento e evita a germinação da batata.

Alfaces
Borrife a alface com água e embrulhe-a num pano ou jornal molhado com água. Mantenha essa humidade até o momento de a usar.

Batatas
Armazene as batatas junto com as maçãs e, principalmente, longe das cebolas. O gás etileno libertado pelas maçãs evita que as batatas brotem.

Ervas aromáticas
Para conservar à temperatura ambiente manjericão, hortelã, ou salsa, coloque-os no balcão da cozinha dentro de um copo com água fresca e mude a água a cada dois dias.

Ovos
Regra geral os ovos conservam-se bem e durante um tempo considerável à temperaturas ambiente. Contudo, como é difícil saber quando decorreu a postura do ovo o ideal será conservá-lo, no máximo, duas semanas. Um ovo cozido conserva-se quatro dias sem ser descascado e dois dias se descascado.

Pão
Envolva o pão num pano de cozinha para aumentar a sua vida útil. Convém que ele esteja protegido, num local seco mas com circulação de ar. Depois de embrulhado em bolsas de pano ou sacos de papel, pode sempre colocá-lo numa caixa de pão. À partida, o papel mantém a crosta do pão firme e o interior suficientemente húmido. O pão pode durar até uma semana nestas condições. Corte as fatias apenas à medida do que for precisando. Desta forma poderá proteger o miolo do pão por mais tempo.Mochilas de emergência

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Teste familiar de Stress de Sobrevivência

O objectivo deste pequeno teste é tentar descobrir algumas fragilidades e vulnerabilidades do seu plano familiar de emergência. Desta forma, é possível praticar e fazer alguns ajustamentos e melhorias.

Poderá ter de usar alguma criatividade para convencer a sua família a participar. O segredo é tornar o exercício agradável e divertido.

Mas não se esqueça de aprender o mais possível e retirar algumas conclusões. Aproveite o fim-de-semana ou um feriado, e mantenha o teste de stress ativo por 24 horas.

Faça o seguinte:

  1. Desligue o quadro elétrico da sua casa e remova as baterias dos telemóveis e tablets. Se tiver se deixar o frigorífico ligado, não o utilize.
  2. Simule que não há fornecimento de água canalizada. Sempre que usar água na casa de banho ou na cozinha, encha e utilize garrafões de água. Não se esqueça de anotar quantos garrafões vai enchendo e usando ao longo das 24 horas. Desta forma terá uma perceção dos litros de água necessários para si e para a sua família.
  3. Desligue também o fornecimento de gás. Num episódio catastrófico, a probabilidade de ficar sem eletricidade, água e gás é relativamente elevada. Verifique a rapidez com que se esgotam os alimentos que não precisam ser cozinhados.
  4. Simule que todos os seus vizinhos se encontram numa situação semelhante.
  5. Faça a gestão do tempo. Sem eletricidade, o relógio parece abrandar um pouco e as atividades terão de ser um pouco diferentes.

Desta forma, terá uma perspetiva do que será o “day after” após um colapso generalizado. Vão ficar expostas algumas fragilidades e poderá identificar quais as áreas que necessitam ser melhoradas. Dê especial atenção às questões da alimentação, iluminação, higiene e segurança. Ficará também com uma visão do stock permanente necessário para a sua família, pelo menos para as primeiras 24 horas.

Anote quais as reclamações mais frequentes dos seus familiares durante este período por forma a criar alternativas ou compensações.

Após esta simulação de 24 horas, coloque a si próprio as seguintes questões:

  1. Como seria se estivesse nesta situação durante 2 semanas? Ou 2 meses?
  2. Quanto tempo necessito para preparar uma refeição para a minha família, sem recorrer ao fogão ou ao micro-ondas?
  3. O meu armazenamento de água dura quanto tempo?
  4. A iluminação de emergência, pilhas e outros artigos são suficientes?
  5. Como poderei garantir a segurança da minha família numa situação deste tipo?

Naturalmente que, após alguma reflexão, muitas outras questões poderão surgir. Ainda bem. Significa que o exercício foi eficaz.Mochilas Emergência

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Que alimentos devo colocar no meu kit de emergência?

Alimentos para o Kit de emergência

A mochila de sobrevivência inclui uma caixa para alimentação, com separador assimétrico e conjunto de talheres com tampa de proteção adicional. No seu interior armazene alimentos não-perecíveis, para um período de 48 a 72 horas.

Tenha presente que sobrevivência, é isso mesmo, o essencial para sobreviver. Resista à tentação de misturar sobrevivência com conforto. Os artigos a incluir serão apenas os necessários para uma situação de emergência. Um kit de alimentação muito extenso é, geralmente, pesado, volumoso e difícil de transportar afetando a sua mobilidade e rapidez de ação.

Evite alimentos salgados, já que o sal fará aumentar a sede e beber mais água do que o necessário. Escolha alimentos que não necessitem de refrigeração, preparação ou cozimento. 

Sugestão de alimentos: 

  • Carnes enlatadas pré-cozidas
  • Latas de refeição pronta
  • Conservas
  • Doce/Compota
  • Barras energéticas
  • Frutas secas ou desidratadas
  • Chocolate
  • Leite em pó
  • Açúcar
  • Café solúvel
  • Bolachas
  • Biscoitos secos

Variações: tente criar refeições equilibradas e de acordo com os seus hábitos de alimentação. Embora seja importante por questões energéticas, não exagere nos doces. Cereais e frutos secos ou desidratados fornecem-lhe energia e as gorduras necessárias.

Acessórios: Caso necessário, adicione com um abridor de latas manual ao seu kit.

Renovação: tenha atenção aos prazos de validade. Renove os produtos de acordo com os prazos visíveis na embalagem ou a cada 12 meses, para garantir que estarão válidos em caso de necessidade.Mochilas de Emergência